"A segunda variante [do Estado forte e regulação normativa] é impulsionada pela exacerbação do nacionalismo econômico pós-crise e pela crítica ao 'fundamentalismo globalizador'. Esta variante tem sido por vezes associada a uma conhecida tese do economista austro-húngaro Karl Polanyi – a de que os mecanismos e as instituições de mercado, a expansão contínua da livre concorrência em escala internacional e a acumulação irrestrita de riqueza abstrata constituiriam um processo de barbarização que destrói tanto o homem quanto o meio ambiente – mais precisamente, eles seriam um ‘moinho satânico’ que corrói a capacidade produtiva das nações e tritura as condições de vida dos indivíduos, gerando, por conseqüência, exclusão social, perda de valores e anomia". (FARIA, 2011, p. 55).
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Mais lidos no mês
-
Um sambista que escreve livros? A única unanimidade nacional? Um artista com várias faces (o amante, o político, o trovador, o malandro, o c...
-
A Sexta Geração da Família Palim do Norte da Turquia , uma das minhas bandas preferidas do rock independente brasileiro, publicou neste sába...
-
Ontem, depois de passar a tarde tentando escrever sobre o conceito plurívoco de globalização (com o suporte teórico de José Eduardo Faria, A...
-
Olá, Antonio. Esta é mais uma daquelas cartas que escrevo em seu aniversário. É uma espécie de tradição simples, eu sei, mas continuo insi...
-
Ontem de manhã, durante a sessão de fotos da formatura na Catedral e no Fórum, um colega de turma chamado Wisley virou-se para mim e disse q...
-
Carros com materiais alternativos como fibra? Veículos a baixo custo, resistentes, que possam rodar na estrada e na rua? Carros que não util...


Nenhum comentário:
Postar um comentário