Quarta-feira apresento minha pesquisa sobre direito e desenvolvimento na 2ª Conferência do Desenvolvimento, que será realizada em Brasília. Noutro texto, tive oportunidade de explicar em detalhes o que é esse evento. Viajo daqui algumas horas, portanto não há tempo para discutir minhas expectativas sobre o evento e quais pesquisadores irão participar. De qualquer forma, compartilho o slide da apresentação que farei na capital brasileira. É este aqui abaixo. É só folhear!
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Bacana, Rafa, vou dar uma olhada! E boa sorte no Planalto!
ResponderExcluirMuito bom, Rafael.
ResponderExcluirCurioso como a dialética entre público e privado tem sido tão cínica que já se fala abertamente na categoria público-privado. É preciso ir além das contradições entre propriedade pública e privada, --- e contestar a própria lógica proprietária. Nem público nem privado: comum. E não só ficar na contestação da propriedade sobre as coisas (materiais ou imateriais), opondo-lhe a res commune ou o direito aos commons; porém, sobretudo, sobre a capacidade criativa, a cooperação social e as formas de vida, tudo isso que é comum produtivo e produzido, que deseja instituir-se, que aspira ao direito do comum. É desconstruir também todos esses mecanismos de governança biopolítica e financeira que operam no comum: constrangem as pessoas a produzir para a riqueza dos outros e capturam a sua produtividade, --- constrangem a servir voluntariamente, na expropriação generalizada do comum.