Quarta-feira apresento minha pesquisa sobre direito e desenvolvimento na 2ª Conferência do Desenvolvimento, que será realizada em Brasília. Noutro texto, tive oportunidade de explicar em detalhes o que é esse evento. Viajo daqui algumas horas, portanto não há tempo para discutir minhas expectativas sobre o evento e quais pesquisadores irão participar. De qualquer forma, compartilho o slide da apresentação que farei na capital brasileira. É este aqui abaixo. É só folhear!
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Mais lidos no mês
-
Um sambista que escreve livros? A única unanimidade nacional? Um artista com várias faces (o amante, o político, o trovador, o malandro, o c...
-
A Sexta Geração da Família Palim do Norte da Turquia , uma das minhas bandas preferidas do rock independente brasileiro, publicou neste sába...
-
Olá, Antonio. Esta é mais uma daquelas cartas que escrevo em seu aniversário. É uma espécie de tradição simples, eu sei, mas continuo insi...
-
Os últimos dois dias foram muito intensos. Há uma crescente sensação de insegurança, de um perigo invisível que não se materializa clara...
-
Ontem, depois de passar a tarde tentando escrever sobre o conceito plurívoco de globalização (com o suporte teórico de José Eduardo Faria, A...
-
Caro Antonio, Hoje é seu aniversário de três anos. Sem dúvidas, é um dia especial. Você completou a sua "primeiríssima infância...


Bacana, Rafa, vou dar uma olhada! E boa sorte no Planalto!
ResponderExcluirMuito bom, Rafael.
ResponderExcluirCurioso como a dialética entre público e privado tem sido tão cínica que já se fala abertamente na categoria público-privado. É preciso ir além das contradições entre propriedade pública e privada, --- e contestar a própria lógica proprietária. Nem público nem privado: comum. E não só ficar na contestação da propriedade sobre as coisas (materiais ou imateriais), opondo-lhe a res commune ou o direito aos commons; porém, sobretudo, sobre a capacidade criativa, a cooperação social e as formas de vida, tudo isso que é comum produtivo e produzido, que deseja instituir-se, que aspira ao direito do comum. É desconstruir também todos esses mecanismos de governança biopolítica e financeira que operam no comum: constrangem as pessoas a produzir para a riqueza dos outros e capturam a sua produtividade, --- constrangem a servir voluntariamente, na expropriação generalizada do comum.